24 de janeiro de 2019

Operação Parnaíba, no Piauí, abre Projeto Rondon em 2019


A partir desta sexta-feira (18) até 3 de fevereiro, o Projeto Rondon será levado pela sexta vez ao estado do Piauí. Batizada de Operação “Parnaíba”, em homenagem ao curso d’água que divide os estados do Maranhão e do Piauí, a intenção é impactar as lideranças comunitárias, os agentes multiplicadores, os difusores e os replicadores, os professores, os agentes de saúde, os servidores públicos e a comunidade em geral, capacitando-os nas seguintes áreas de conhecimento: saúde, educação, direitos humanos e justiça, cultura, trabalho, meio ambiente, tecnologia e produção, comunicação e comunicação social.


O Projeto Rondon, nesta operação, contará com o apoio do 25º Batalhão de Caçadores, que proporcionará o suporte logístico e a segurança necessários às atividades.

A cerimônia de abertura da Operação “Parnaíba” ocorreu no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, às 11h deste sábado (19), na capital do Estado.

Participaram dessa operação 312 rondonistas, dentre professores e universitários de diversas instituições de ensino, que atuarão em 15 municípios. Cada município receberá 20 voluntários de duas instituições de ensino superior.

As atividades desenvolvidas pelas equipes tiveram cobertura jornalística de uma equipe de Comunicação Social da Universidade do Vale de Itajaí (Univali). Desta forma, será dada maior visibilidade ao trabalho desenvolvido.  



Dentre os municípios selecionados, apenas dois serão beneficiados pela primeira vez com ações desenvolvidas pelos rondonistas. Dos 224 municípios do Piauí, 56 receberam benefícios permanentes relacionados à melhoria do bem-estar social e da capacitação da gestão pública. Do Piauí, participam dessa operação o Centro Universitário Santo Agostinho (UNIFSA) e a Universidade Federal do Piauí (UFPI).

O Projeto Rondon teve início em julho de 1967, quando contou com a participação de 30 alunos e dois professores da Universidade do Estado da Guanabara, hoje Universidade do Estado do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Durante 28 dias, os rondonistas realizaram trabalhos de levantamento, pesquisa e assistência médica no então território de Rondônia.

A iniciativa teve suas atividades encerradas em 1989, mas retornou em janeiro de 2005, na Tabatinga, no Amazonas. Atualmente, o projeto é coordenado pelo Ministério da Defesa que, em parceria com as Instituições de Ensino Superior, soma esforços com as autoridades municipais e as lideranças comunitárias, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
Com fotos e informações da Coordenação de Comunicação Social do Projeto Rondon

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