16 de setembro de 2019

Confira as fotos: Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Recebido oficialmente pelo prefeito Kim do Caranguejo, o bispo diocesano Dom Juarez Sousa da Silva visitou na última quinta-feira (12/09) o Hospital Nossa Senhora da Conceição, no município de Luís Correia, litoral do Piauí. 
  
Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia
A ocasião reuniu dezenas de fiéis que juntos participaram do momento de oração proposto pelo bispo, em prol da cura dos enfermos. Após a cerimônia, Dom Juarez, acompanhado pelo padre Marcelino, pelo prefeito Kim do Caranguejo e por Daniela Maia (diretora do hospital), fez questão de visitar cada leito do centro de saúde para abençoar de perto os pacientes que ali estavam em tratamento. 


Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia
A presença da autoridade católica no hospital faz parte de uma série de visitas pastorais que o pontífice realizou nas paróquias da Diocese.

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Bispo Dom Juarez visita o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Luís Correia

Roderico Júnior, do Portal Luís Correia .com

Conheça os principais mitos sobre vacinação


Sistema Único de Saúde Pública (SUS) oferece 19 vacinas para a população de forma gratuita. São imunizações para crianças, adolescentes, adultos e idosos, que combatem as mais variadas doenças. No entanto, em 2016, a cobertura vacinal começou a demonstrar sinais de queda em todo o país.

Foto: Agência Brasil
Um exemplo é a primeira e a segunda doses da vacina contra o HPV, uma doença sexualmente transmissível. Foram vacinados 3,5 milhões de meninos, entre 11 e 14 anos, com a primeira dose a partir de 2017, correspondendo a 48,9% do público-alvo. Com a segunda dose a cobertura foi ainda menor. Apenas 1,6 milhão de meninos nesta faixa etária foram vacinados, o que equivale a 22,4% do público estipulado. Segundo o Ministério da Saúde, as duas doses são necessárias e o ideal é que 80% desse público fosse vacinado.

Segundo o médico sanitarista e coordenador do núcleo de epidemiologia e vigilância em saúde da Fiocruz em Brasília, Cláudio Maierovitch, diversos fatores podem contribuir para a diminuição da cobertura. Entre eles, estão as fake news (notícias falsas) e os mitos envolvendo a vacinação.

“É muito preocupante que haja questionamentos sobre o funcionamento das vacinas, em especial aqueles que se baseiam em notícias mentirosas, relacionadas a efeitos negativos de vacina. Há pessoas que deixam de levar as crianças ou mesmo de tomar vacinas, porque ficam na dúvida se há algum risco, e como não se trata de um tratamento, e sim de uma prevenção, eventualmente as pessoas abrem mão desse instrumento”, explicou.

Com a disseminação de notícias falsas, começaram a surgir em todo o mundo movimentos antivacina, que levantam argumentos contra a imunização. A situação é tão preocupante que a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu esses grupos entre os 10 maiores desafios de saúde global em 2019.

Em entrevista ao Gov.br, o diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Júlio Croda, explicou os 5 principais mitos que envolvem a vacinação:

O Ministério da Saúde conta com um canal para combater as fake news. Em um ano de funcionamento, o número já recebeu 12.200 mensagens. A população pode entrar em contato para tirar dúvidas enviando uma mensagem para o número (61) 99289-4640.

Fonte: Governo do Brasil

Portal do MEC tira dúvidas sobre carteira de estudante digital

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (16) o portal da ID Estudantil, que traz informações para estudantes de todo o país sobre a nova carteira digital gratuita. Os estudantes poderão adquirir o documento nas lojas Google Play e Apple Store a partir de dezembro.


O documento permitirá o pagamento de meia-entrada em shows, apresentações de teatro e outros eventos culturais, sem que isso gere um custo extra. O site traz também uma contagem regressiva para a emissão da nova carteirinha estudantil. Contados a partir desta segunda-feira, faltam 83 dias para o começo das emissões.

A carteirinha digital poderá ser emitida pelo MEC; pela Associação Nacional de Pós-Graduandos; pela União Nacional dos Estudantes (UNE); pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); por entidades estudantis estaduais, municipais e distritais; diretórios centrais dos estudantes; centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes.

O estudante que solicitar a carteira digital terá que consentir com o compartilhamento dos dados cadastrais e pessoais com o MEC para subsidiar o Sistema Educacional Brasileiro — o novo banco de dados nacional dos alunos, a ser criado e mantido pela pasta.

O ministério poderá usar essas informações apenas para formulação, implementação, execução, avaliação e monitoramento de políticas públicas. O sigilo dos dados pessoais deve ser garantido sempre que possível.

A emissão da carteira digital está prevista em medida provisória (MP) que dispõe sobre o pagamento de meia-entrada publicada no último dia 9, no Diário Oficial da União.

Fonte: Agência Brasil

Base Nacional Comum Curricular começa nas escolas em 2020

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) será realidade nas salas de aula a partir de 2020 para educação infantil e ensino fundamental. O documento define o que deve ser aprendido a cada etapa da vida escolar. Vale tanto para escolas públicas quanto privadas. Em 2022, será a vez do ensino médio.

Foto: TV Brasil
Na Escola Classe Cora Coralina, que fica na área rural da região administrativa do Paranoá (DF), a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília, desde o início do ano os professores iniciaram as atividades de forma interdisciplinar como preparação para a implementação da BNCC.

A professora do 1° ano do ensino fundamental, Samara Yoshiko, contou que tem trabalhado a música associada à matemática e ciências. “Trouxemos a música, aí vamos pegando as palavras que se iniciam com as mesmas letras. Os alunos escolheram suas músicas preferidas, fizemos a votação e elegemos a cantiga de roda preferida da turma. Aí trabalhamos a matemática, qual a mais votada, qual a menos votada. A cantiga mais votada foi Alecrim, aí tem ali uma flor, já trabalhamos a questão das plantas, do cuidado com as plantas”, disse a professora.

O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Jânio de Macedo, explicou que a implementação da base segue ciclos. Para o ensino fundamental, o primeiro ciclo ocorreu no ano passado quando foi constituído o currículo e esse ano está sendo realizado o treinamento dos professores.

Segundo ele, a base estabelece um padrão de ensino a ser aplicado, mas dá liberdade para que estados e municípios trabalhem temas contemporâneos ou relacionados às realidades locais em complemento à base. O secretário destacou ainda que a base vai reduzir desigualdades no ensino.

“Anteriormente não tinha um padrão das matérias a serem tratadas e quais os temas a serem tratados dentro de cada matéria. Agora, você unifica isso no Brasil como um todo, cada professor sabe que, no mínimo, aqueles temas devem se tratados e isso de Norte a Sul. E não só padrões em relação à matéria a ser dada, mas como essa matéria deve ser ministrada”, comentou o secretário.

E completou: “A gente universaliza o ensino. De outro lado a gente garante que todos terão o mesmo direito, a mesma atenção no Brasil como um todo de sorte a reduzir a desigualdade no país”.

A vice-diretora da escola Cora Coralina, Andrea Moura, também disse que a base vai reduzir a desigualdade no ensino, principalmente nas escolas rurais. “A expectativa da base nacional é reduzir as desigualdades no Brasil. Percebemos, principalmente em escolas rurais onde há uma grande rotatividade de alunos vindos das mais diversas localidades do Brasil, que não existia um currículo mínimo. As crianças que vinham nessa transição sofriam bastante”, explicou.

Base Comum

A BNCC foi aprovada em dezembro de 2017 pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Referência para a construção dos currículos de todas as escolas do país, foi elaborada com a participação de especialistas e estabelece como pilares 10 competências gerais que irão nortear o trabalho das escolas e dos professores em todos os anos e componentes curriculares da educação básica.

Fonte: Governo do Brasil

UESPI lança edital com 12 vagas para mestrado em Química

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROP) e da Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ), torna público o edital de processo seletivo para ingresso no programa de mestrado de Química da UESPI, para o período letivo de 2020.1–2022.1, na cidade de Teresina-PI.




Serão oferecidas 12 vagas para o curso de mestrado, a serem preenchidas conforme os critérios de seleção e disponibilidade de orientadores. As inscrições serão realizadas no período de 30/09/2019 a 01/11/2019.

O candidato cuja inscrição for deferida participará das seguintes etapas do processo de seleção:
a) Prova escrita sobre temas de Química;
c) Análise do Currículo Lattes;
c) Entrevista.

A prova escrita será realizada no dia 18/11/2019, das 8h às, 12h, no Núcleo de Pós-Graduação (NPG) da UESPI, Localizado na Rua João Cabral, 2231, Campus Poeta Torquato Neto, Teresina (PI).


Fonte: UESPI

13 de setembro de 2019

Estados e municípios têm até 27 de setembro para aderir ao modelo cívico-militar

A data limite para se adequar já em 2020 ao modelo cívico-militar proposto pelo governo federal é 27 de setembro. Serão, ao todo, 54 escolas — duas de cada unidade da Federação (UF) — sob a forma de gestão híbrida entre civis e militares no primeiro ano de programa.

Imagem da internet
Têm preferência as instituições de ensino com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e em situação de vulnerabilidade social. A comparação é feita com outras escolas do mesmo estado.

O subsecretário de Fomento às Escolas Cívico-Militares do Ministério da Educação (MEC), Aroldo Cursino, atenta para o fato de a adesão ser voluntária. “O processo começa nos estados. São eles que definem quais escolas farão parte do programa”, diz.

Até 27 de setembro, portanto, as escolas devem manifestar interesse junto à secretaria estadual (ou municipal) de Educação. Duas serão selecionadas. Caberá ao governador — em caso de município, prefeito — enviar ofício ao ministro da Educação com os nomes das instituições de seu estado (ou do Distrito Federal) que vão aderir ao programa. A partir da vontade de cada UF, é que o MEC estabelecerá o modelo nos colégios. 

Os colégios devem ter de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e/ou do ensino médio. Antes disso, a comunidade escolar deverá aceitar a mudança. Uma das condições fixadas pelo MEC é que estados e municípios apliquem uma consulta pública para esse fim, afinal a adesão ao programa é voluntária. Essa ação por ser, por exemplo, uma audiência pública ou uma votação. Leia o passo a passo preparado pelo MEC.

Tripé educacional
A escola cívico-militar é um modelo desenvolvido para melhorar a educação básica do país. Para isso, será construído um ambiente de parcerias e de maior vínculo entre gestores, professores, militares, estudantes e até mesmo pais e responsáveis.

O modelo de excelência vai abranger as áreas:

didático-pedagógica: com atividades de supervisão escolar e psicopedagogia para melhorar o processo de ensino-aprendizagem preservando as atribuições exclusivas dos docentes;
  • educacional: pretende fortalecer os valores humanos, éticos e morais bem como incentivar a formação integral como cidadão e promover a sensação de pertencimento no ambiente escolar;
  • administrativa: para aprimorar a infraestrutura e a organização da escola para aprimorar a utilização de recursos disponíveis na unidade escolar.


Os militares atuarão como monitores, acompanharão a vida dos alunos, farão contato com as famílias, verão o nível de vulnerabilidade de cada estudante.

Forças Armadas, polícias e bombeiros

O MEC tem um orçamento de R$ 54 milhões para o programa em 2020, R$ 1 milhão por escola. O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em umas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, entre outras pequenas intervenções.

As escolas em que haverá pagamento de pessoal serão aquelas em que haverá parceria entre o MEC e o Ministério da Defesa, que contratará militares da reserva das Forças Armadas para trabalhar nas escolas. A duração mínima do serviço é de dois anos, prorrogável por até dez, podendo ser cancelado a qualquer tempo. Os profissionais vão receber 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar.

Os estados poderão ainda destinar policiais e bombeiros militares para apoiar a administração das escolas. Nesse caso, o MEC repassará a verba ao governo, que, em contrapartida, investirá na infraestrutura das unidades, com materiais escolares e pequenas reformas.

Fonte: Ministério da Educação

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